| Eu Fui … a Veneza |
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| Segunda, 01 Março 2010 12:16 | |||||
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A primeira impressão que se tem é de uma cidade cheia de turistas, cheia de barraquinhas a vender recordações
Veneza não segue a lógica de uma cidade normal, afinal ela não tem nada de comum. As ruas seguem o rumo dos canais e mesmo com um mapa corremos sérios riscos de nos perder. São 117 ilhotas com uma centena de pontes! Por isso, são inúmeras as placas de orientação. O Grande Canal, como o nome já diz, é o principal dos canais e divide a cidade ao meio.
A primeira impressão que se tem é de uma cidade cheia de turistas, cheia de barraquinhas a vender recordações, com casas muito antigas e nem todas bem conservadas. No trajecto da estação de comboio até a Praça de San Marcos, principal ponto da cidade, fui-me familiarizando com as ruelas, becos e pequenas pontes, com os prédios antigos e com a inevitável multidão de turistas. Chegando na Praça San Marcos, onde há mais pombas do que pessoas, a imponente Basílica de San Marcos é a atracção principal. A galeria que contorna a praça tem muitas lojas de jóias e arte, muito pouco acessíveis a bolsos comuns...
Ao lado da Basílica de San Marcos, o Palácio dos Duques, antiga residência oficial. É um prédio muito bonito, com arcadas góticas, reconstruído no século XIV. Actualmente, o palácio é um museu.
E para quem me perguntar sobre as gôndolas, elas estão por todo o lado e são o charme de Veneza. Algumas decoradas com almofadas em forma de corações, com gondoleiros a cantar, ideais para os casais apaixonados. Infelizmente não fiz o passeio. Não que eu não quisesse, afinal passear pelos canais e contemplar a linda vista do entardecer com o seu amor ao lado é algo para não esquecer mais... Mas, apesar de lindo, o passeio não é nada acessível. São 150 euros por 45 minutos! Ficou para uma outra vez...
Fugindo um pouco da confusão de turistas, no regresso à estação andamos por uma zona menos turística de Veneza. Com ruelas muito estreitas cheias de canais com pontezinhas, prédios antigos, alguns ainda de pedra, e uma tranquilidade que até parecia estranha. Aqui, o sentido de orientação tem de estar no auge, se não corremos o risco de andar sempre às voltas.
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